Mas não tenho queixas
Pois trago sempre uma garrafa
d’água debaixo do braço
E lavo minha alma afundando no mar
Pra no cair da noite
Tornar a entornar
O éter do ócio
E me ver rabiscando
Palavras de ódio
E me apossar do sossego
Através do torpor.
E enquanto durar
A brasa na guimba
Estará esquecido
Tudo aquilo que é dor.
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